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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Frutas vermelhas fazem bem ao cérebro de mulheres, diz estudo

Mulheres que consomem grande quantidade de mirtilos e morangos sofrem um declínio mental causado pela idade mais lento em comparação com mulheres que consomem poucas frutas ricas em flavonoides, afirma um estudo americano .

Baseados em uma pesquisa com mais de 16 mil mulheres que responderam a questionários regulares sobre seus hábitos... de saúde de 1976 a 2001, os resultados mostram que as que comiam mais destas frutas atrasaram o declínio cognitivo em até 2,5 anos.

De 1995 a 2001, a cada dois anos, os pesquisadores mensuraram as funções mentais de pessoas com mais de 70 anos, de acordo com o estudo publicado nos Anais de Neurologia.
"Fornecemos as primeiras evidências epidemiológicas de que as 'berries' (frutas vermelhas) podem atrasar o avanço do declínio cognitivo em mulheres idosas", afirma Elizabeth Devore, médica do Hospital Brigham and Women e da Escola de Medicina de Harvard em Boston, Massachusetts.


"Nossas descobertas têm implicações significantes para a saúde pública, já que aumentar a ingestão de frutas vermelhas é uma modificação bastante simples para testar a proteção da cognição em adultos mais velhos".
Devore acrescenta que as descobertas são de importância particular para a população idosa, que está crescendo.
O número de americanos com 65 anos ou mais aumentou 15% de 2000 a 2010, de acordo com o censo dos Estados Unidos.
Robert Graham, médico do Hospital Lenox Hill, em Nova York, que não estava envolvido no estudo, disse que comer mais frutas vermelhas é uma boa ideia para pessoas de qualquer idade.
Fonte: G1

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Por que crianças não devem beber refrigerante

Eu gosto, você gosta, nós gostamos. Nem adianta vir com o papo da dieta, da vida saudável ou qualquer outra balela. A verdade é que muita gente gosta de refrigerante – exceto poucos privilegiados que conseguem se manter longe dele.

Daí ser muito natural que apareça nas refeições da família, nos passeios em restaurantes… O problema é que refrigerante não tem nada a ver com criança. Ela não é bom para os adultos, que fique bem claro. Mas nós podemos pensar na desculpa de que bebemos conscientemente e bla, bla, bla. Já as crianças são vítimas passivas.
Olha só o que o refrigerante apronta no organismo infantil:

* a bebida é muito calórica. E vicia. Quem toma uma vez não esquece jamais. Só que em excesso vai engordar, a criança corre o risco de acabar obesa e ainda ter diabetes.
* Novamente, a bebida é muito calórica. Mas são calorias vazias. São feitas basicamente de água gasosa e açúcar. O problema é que o refrigerante toma o lugar de outros alimentos que também poderiam ser caloricos mas forneceriam nutrientes importantes para o seu desenvolvimento. Um copo tem praticamente a mesma quantidade de calorias de um copo de suco, mas oferece vitamina, minerais e fibras.
* com tanto açúcar em sua composição, lógico que refrigerantes favorecem as cáries. Um copo faz o mesmo estrago que cinco balas!
* não adianta nesse momento pensar que existem refrigerantes zero ou light. Eles contém adoçantes, substância que, mesmo depois de várias pesquisas, ninguém sabe o que causa no desenvolvimento infantil. Vai arriscar?
* a bebida também pode interferir na absorção do cálcio. E o cálcio, galera, é muito importante na infância! Ele é quem ajuda diretamente no crescimento dos ossos e previne uma série de doenças no futuro, como a osteoporose.
* outro vilão que entra na composição é o sódio, que consumido em excesso pode causar pressão alta. Sim, em crianças também.
* os refrigerantes amarelos geralmente são feitos com o polêmico corante tartrazina, que está relacionado a crises de alergias respiratórias.

A solução? Não apresente refrigerante para o seu filho. Adie o máximo possível esse encontro mesmo que tenha de apelar para a frase “é uma bebida de adulto”. Se ele já conhece e gosta – sim, porque muitas crianças não gostam, aleluia – diminua o consumo – e nesse caso terá de diminuir o seu também. Como já disse acima, o refrigerante vicia. Parar com ele vai resultar em algumas crises de abstinência, mas você voltará a ver a luz e quando notar, vai pedir suco de laranja naturalmente no restaurante…
Fonte: Comer para Crescer

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Quase metade dos brasileiros está acima do peso

Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde aponta que o número de pessoas que estão acima do peso passou de 42,7% em 2006, para 48,5% em 2011

Quase metade da população brasileira está acima do peso. Segundo dados da pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), do Ministério da Saúde, divulgados nesta terça-feira, o número de brasileiros acima do peso passou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos aumentou de 11,4% para 15,8%.

Saiba mais

VOCÊ ESTÁ ACIMA DO PESO?
Para calcular o peso dos brasileiros, o Ministério da Saúde levou em conta o Índice de Massa Corporal (IMC). O índice usa dados como peso e altura para medir a quantidade de gordura no corpo e determinar se uma pessoa está no peso ideal (IMC entre 18,5 e 25), com sobrepeso (entre 25 e 30) ou obeso (acima de 30).
Clique aqui para calcular seu IMC
O levantamento, divulgado anualmente pelo Ministério, traz um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física. A pesquisa coletou informações de mais de 54.000 pessoas, entrevistadas em 2011, nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal

De acordo com a pesquisa, entre as pessoas com sobrepeso, os homens são a maioria. Mais da metade dos homens (52,6%) está acima do peso ideal — 44,7% das mulheres estão na mesma condição. O problema se agrava entre homens de 35 a 45 anos, período em que 63% deles estão acima do peso. Entre os homens de 18 a 24 anos, apenas 6,3% são obesos. Entre os de 25 e 34 anos, a frequência quase triplica (17,2%).
As capitais do Norte e do Nordeste são as que apresentam menores índices de excesso de peso e obesidade. "Homens com 12 ou mais anos de estudo apresentam maior grau de obesidade e de excesso de peso", diz Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde.

Pesquisa: Dietas da moda não servem para perder peso
 
Exercícios — Curiosamente, apesar de estar acima do peso, o brasileiro tem se exercitado mais. A prevalência dos inativos caiu de 15,6%, em 2006, para 14%, em 2011. Os homens são mais ativos: 39,6% se exercitam regularmente.  Entre as mulheres, a frequência é 22,4%. O sedentarismo, no entanto, tende a aumentar com o passar dos anos. Cerca de 60% dos homens entre 18 e 24 anos praticam exercícios físicos como forma de lazer, número que cai para 27,5% após os 65 anos.

Saúde do brasileiro – Além das informações sobre obesidade e sedentarismo, o Ministério levantou hábitos de saúde e alimentação dos brasileiros. Alguns são animadores. Segundo dados do Vigitel, houve uma redução na prevalência de fumantes, deixando o país pela primeira vez com índice abaixo dos 15%. O porcentual passou de 16,2%, em 2006, para 14,8%, em 2011. Os homens ainda fumam mais (18,1%) do que as mulheres (12%), mas são eles que lideram a redução do hábito: 25% dos homens declararam serem ex-fumantes.

A frequência de ex-fumantes é quase cinco vezes maior entre homens maiores de 65 anos (52,6%). Já entre as mulheres a queda acontece dos 55 aos 64 anos, chegando a 30% da população feminina.

O número de fumantes pesados, aqueles que fumam mais de 20 cigarros por dia, também teve queda. A proporção passou de 6,3%, em 2006, para 5,4%, em 2011. A prevalência de fumantes passivos no Brasil é de 11,8% nos domicílios e de 12,2% no ambiente de trabalho.

Mamografia — De acordo com o levantamento, a proporção de brasileiras que fizeram o exame subiu de 71,2%, em 2006, para 73,3%, em 2011. Nos últimos três anos, cerca de 80% das mulheres fizeram o exame de citologia oncótica (mais conhecido como papanicolau).

"A adesão aos exames de mamografia e a redução dos índices de tabagismo demonstra que o povo brasileiro adere às políticas de prevenção de saúde", disse Alexandre Padilha, ministro da saúde. "Se não quisermos chegar aos índices de obesidade dos Estados Unidos, agora é a hora de virar o jogo."
Alimentação — Entre os fatores de risco apontados para o excesso de peso estão o alto consumo de refrigerantes (cinco ou mais vezes por semana), carne rica em gordura e leite integral. Mais de 34% dos brasileiros comem em excesso carnes com gordura, 56,9%  bebe leite integral (rico em gorduras) regularmente e 69,1% consume feijão cinco ou mais vezes por semana.

O consumo de refrigerantes mais de cinco vezes por semana é comum entre 29,8% dos brasileiros. “A ingestão de refrigerante é um dado que deve ser observado com cuidado, porque existe uma tendência de substituição à água. Isso implica em uma maior ingestão de açúcar, por exemplo”, diz Barbosa.

A pesquisa revela que as mulheres comem mais frutas e hortaliças, enquanto os homens comem mais carne com excesso de gordura. Apenas 20,2% dos brasileiros ingere a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde de cinco ou mais porções por dia de frutas e hortaliças. "Precisamos ter maior oferta de produtos industrializados saudáveis", disse Padilha.

Fonte: Ministério da Saúde/ Revista Veja

quinta-feira, 29 de março de 2012

Aprenda a fazer um supermercado magro

Um bom cardápio começa a ser elaborado no supermercado. E esse estabelecimento há muito tempo deixou de ter cara de mercearia. Hoje, além de oferecer tudo que precisamos para abastecer a cozinha, suas gôndolas estão repletas de tentações. É lá que, se não tomarmos cuidado, a reeducação alimentar acaba muitas vezes sem sequer ter começado.

Portanto, o primeiro passo para ir em busca da cintura fina é aprender a fazer um supermercado magro. Veja algumas dicas das nutricionistas Tatiane Trevilato de Brito, de Ribeirão Preto, no interior paulista, e Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, em São Paulo, para conter os impulsos e acertar na hora de encher o carrinho.

1) Nunca vá às compras com fome — Essa é a recomendação básica. Quem vai ao mercado com apetite de jiboia certamente acaba comprando mais do que precisa e deixa se seduzir muito mais facilmente por alimentos pouco nutritivos.

2) Antes de ir, faça uma lista — Anote apenas o que realmente necessita. Planeje o cardápio com ingredientes e quantidades para facilitar o momento da compra. Caso contrário, você corre o risco de chegar em casa e perceber que faltam produtos essenciais e que ainda trouxe muita coisa por impulso. Além de encher a geladeira de besteiras, a conta pode sair bem mais cara.

3) Comece pelo setor de hortifruti — Encha o carrinho com frutas, verduras e legumes, que são os mais nutritivos. Assim não vai sobrar tanto espaço para os outros itens que geralmente são mais engordativos.

4) Olho vivo nas informações dos rótulos — Hoje o Ministério da Saúde obriga todos os fabricantes a exibir os dados nutricionais na embalagem dos alimentos. Procure dar preferência a produtos com baixo %VD para gorduras saturadas, gorduras trans e sódio; e a produtos com alto %VD para as fibras alimentares. Não basta passar os olhos, é preciso entender. Para saber usar bem essas informações, leia também a reportagem Aprenda a ler os rótulos dos alimentos.

5) Evite o corredor dos doces, guloseimas e salgadinhos — Se uma das táticas é encher o carrinho com vegetais, a outra é nem olhar para chocolates e companhia. Fuja, portanto, dessas avenidas adocicadas. Isso porque na hora da fome, provavelmente esses inimigos da cintura serão a primeira escolha. Se for inevitável ter um docinho no armário, escolha biscoitos integrais, mas sem recheios, já que eles são ricos em açúcar e gordura.


6) Procure por produtos mais naturais — "Em geral, as pessoas optam pelo mais prático, que são as comidas e molhos prontos. Porém, quanto mais processado for o alimento, mais conservantes ele terá, principalmente sódio, e menos fibras, vitaminas e minerais", explica Tatiane.

7) Não se iluda com as ofertas — Elas acabam fazendo a gente levar muito mais do que realmente precisa e até o que não deve. Principalmente porque nunca se vê "leve duas alfaces e pague uma" ou "leve oito maçãs e pague seis". É a velha história: além de correr o sério risco de ganhar barriga, a conta também vem mais rechonchuda no final.

8) Procure não parar nos pontos de degustação — As porções oferecidas podem até ser pequenas, mas uma aqui e outra ali inflam os pneus. E os produtos que vêm nos palitinhos, em geral, são bem engordativos. Muito cuidado!

9) Prefira os alimentos em água aos em óleo — Os primeiros são mais calóricos e ainda têm maior concentração de gorduras. O atum é um ótimo exemplo. "Se comprar conservas no azeite, deixe-as numa peneira em casa para escorrer o excesso, diminuindo, assim, a gordura", aconselha Beatriz.

10) Na hora de comprar cereais matinais — Evite os que possuem açúcar refinado na composição. Há opções com mel, açúcar mascavo ou até mesmo não adoçados.

11) Vá de peito de peru em vez de presunto — É mais leve e menos gorduroso.

12) Se o pão estiver na lista, rume direto aos integrais — Com bom teor de fibras, são mais nutritivos, dão maior sensação de saciedade e ainda ajudam no funcionamento do intestino.

13) Priorize as carnes magras e brancas — Elas são mais saudáveis e menos calóricas. Uma ótima opção são peixes como atum, sardinha e salmão, ricos em ômega 3, que fazem bem ao peito.

14) Quanto mais amarelo for o queijo, mais gorduras e calorias ele fonecerá — Portanto, avance nos brancos.

15) Opte por requeijão light, leites e iogurtes desnatados — Esse trio tem menos calorias, mas seu sabor é igual ao das versões tradicionais.

Fonte: Emagrece Brasil!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Benefícios do Tofu

Descoberto na China há mais de 2.000 anos, é preparado atualmente em quase 40.000 fábricas no Japão. O Tofú é, de todos os produtos obtidos a partir do feijão de soja, o mais consumido em toda a Ásia Oriental. Quando consideramos os benefícios de um regime alimentar sem carne e procuramos uma outra fonte de proteínas, é habitual perguntar-se: "O que deverá ser usado em substituição da carne?" A resposta do Oriente é: Tofú! 

Feito a partir do feijão de soja (fonte importante de proteínas vegetais) água e um coagulante natural - o nigari (sal mineral natural concentrado) - este produto oriundo do Oriente (China e Japão), aonde vem sendo produzido e consumido em larga escala desde os tempos mais remotos da história, só muito recentemente surgiu no Ocidente, como alternativa ou suplemento para regimes alimentares baseados em proteínas animais.

De sabor adocicado, o Tofú - ou queijo de soja - desde logo passou a ser objeto de estudos e preparações culinárias por parte dos ocidentais. Dado que possui notável versatilidade, não foi difícil adaptá-lo à cozinha ocidental, dando origem a uma variedade enorme de aplicações e receitas bem saborosas e nutritivas. É o único dos alimentos de alto valor protéico que, simultaneamente, tem um valor calórico baixo, uma percentagem de gorduras saturadas escassa e total isenção de colesterol. O seu consumo pode ser de vital importância para garantir a boa saúde e longevidade. 

O Tofú é uma excelente fonte de cálcio, um mineral essencial para a construção e manutenção dos ossos e dentes. É também rico em outros minerais, como o ferro, o fósforo e o sódio e, ainda, em vitaminas do complexo B e vitamina E. Trata-se de um alimento que convida a uma vasta experimentação e criatividade. Pode ser apreciado nas mais diversas formas, dia após dia, proporcionando-nos riqueza de sabor e proteínas nas nossas refeições diárias. O primeiro livro Japonês sobre o Tofú. "Tofú Hyaku Chin", foi escrito há mais de 200 anos e já continha 100 receitas. 

Fonte: Vila Mulher

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Cuidado com os salgadinhos de batata

Sequinho, crocante, salgadinho: quem não gosta dos chips de batata frita que encontramos em qualquer mercado? Apesar de deliciosos, eles são cheios de calorias e gorduras e prejudiciais à saúde de qualquer pessoa. Além disso, fazem os norte-americanos gastarem mais de US$ 7 bilhões por ano nos petiscos, segundo o site TimeHealthland.

Por isso, separamos algumas sugestões de salgadinhos tão gostosos quanto os de batata, mas muito mais saudáveis! Você pode encontrá-los em lojas de produtos naturais ou então prepará-los em casa, com a ajuda dos pequenos. Confira!

MAÇÃ CROCANTE: Se você achava que a fruta não poderia substituir o salgadinho de batata, está muito enganado. Simples de fazer e muito mais saborosa do que ao natural, a maçã crocante é um bom substituto do aperitivo.

Ingredientes
2 xícaras de água
1 ½ xícara de açúcar
Suco de 2 ou 3 limões
2 maçãs pequenas do tipo Gala, lavadas e secas
Modo de preparo
Em uma panela pequena, misture a água e o açúcar e deixe ferver em fogo médio. Reserve e deixe esfriar. Corte as maçãs em fatias, remova as sementes e jogue um pouco do suco de limão. Coloque as fatias na mistura na calda de água e açúcar e deixe que elas descansem até o dia seguinte. Pré-aqueça o forno e retire as maçãs desta calda, secando-as em papel-toalha. Coloque-as em uma assadeira forrada com papel manteiga e asse por 60 minutos.

INHAME: O inhame é primo da batata, mas tem até 30% menos gordura e muito mais fibra do que seu parente próximo, além das muitas vitaminas E. Você só deve cozinhar bem o tubérculo, já que a raiz do inhame é tóxica.

Ingredientes
1 inhame grande, sem casca e cortado em fatias
½ colher de sopa de sal
1 colher de sopa de azeite

Modo de preparo
Pré-aqueça o forno. Lave, descasque e corte o inhame em fatias, usando uma faca bem afiada. Pincele azeite de oliva em cada lado do pedaço e coloque-os em uma assadeira forrada com papel manteiga. Deixe assar por 10 minutos, ou até que cada lado esteja dourado.

Fonte: Revista Pais e Filhos

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Açúcar deve ser controlado assim como álcool e tabaco

Segundo artigo publicado nesta quinta-feira na conceituada Revista Nature, o açúcar deve ser controlado da mesma maneira que o álcool e o tabaco como forma de proteger a saúde pública. O relatório, feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia, São Francisco (UCSF), nos Estados Unidos, considerou que os prejuízos provocados pelo consumo exagerado do açúcar estão contribuindo para a pandemia global que se tornou a obesidade e, consequentemente, para o aumento da mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis.

Os dados do relatório revelam que o consumo mundial de açúcar triplicou nos últimos 50 anos e que esse quadro é um dos grandes responsáveis pelo aumento do número de obesos. Mas, segundo os pesquisadores, a obesidade pode não ser um marcador para os danos provocados por efeitos tóxicos do açúcar, o que ajudaria a explicar o porquê de 40% das pessoas com síndrome metabólica, que pode levar ao diabetes, a doenças cardíacas e ao câncer, não serem clinicamente obesas.

CALORIAS E TOXIDADE

Os cientistas que desenvolveram o estudo formaram um grupo interdisciplinar composto por especialistas em endocrinologia, saúde pública e sociologia. Segundo os pesquisadores, os prejuízos do açúcar vão além do excesso de calorias e do ganho de peso. Se consumido em grande quantidade, o que não é incomum principalmente nos países ocidentais, ele pode alterar o metabolismo do indivíduo, aumentando sua pressão arterial, interferindo no funcionamento dos hormônios e provocando danos significativos ao fígado. Esses problemas de saúde, de acordo com o relatório, são semelhantes aos provocados pelo excesso de álcool.
 
“Assim como existem gorduras boas e más, há calorias boas e ruins. O açúcar, além de calórico, é tóxico. Mas, enquanto as pessoas o considerarem apenas como ‘caloria vazia’, não haverá resolução dos problemas vindos do seu excesso de consumo”, afirma Robert Lustig, professor da UCSF e um dos autores do estudo. “Porém, mudar padrões como esse é muito complicado”.

FORMAS DE CONTROLE

Os autores do relatório ainda chamam a atenção para o fato de que medidas individuais de redução de açúcar não são suficientes para que o problema acabe. Eles defendem que soluções ambientais e sociais, assim como as que foram tomadas em relação ao álcool e ao tabaco, são fundamentais. Medidas como cobrança de impostos sobre vendas, controle do acesso e maiores exigências em relação ao licenciamento de lugares que vendem alimentos com alto teor de açúcar em escolas, por exemplo, são algumas das sugeridas pelo documento.

“Não estamos falando de proibição e nem defendendo uma imposição maior do governo na vida das pessoas”, afirma Laura Schmidt, professora da UCSF e outra autora do estudo. “Nós estamos considerando maneiras suaves para tornar o consumo de açúcar um pouco menos conveniente. O que buscamos é aumentar as opções e o acesso a alimentos que não sejam tão carregados em açúcar”, diz a professora.

Fonte: Revista Veja

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Alimentos e o Sentimento

Buscar conforto na comida para compensar tristezas, frustrações, ou até momentos de alegria e comemoração é uma atitude comum, mas nem sempre a gente percebe que isso está acontecendo. Nessas horas, os alimentos doces e gordurosos, por serem mais saborosos, são os primeiros a serem devorados. “Essa fuga pode até proporcionar algum prazer, mas ele é momentâneo e vem sempre seguido de uma grande frustração” nutricionista Lara Natacci.
Siga estas 5 estrategias para ter controle:


1- Identifique o que faz você comer mais – Faça um diário alimentar, relatando tudo o que ingeriu durante o dia, tomando nota até mesmo dos horários de lanches, refeições e eventuais beliscadas. Coloque também o sentimento que consegue identificar em cada um desses momentos (tristeza, alegria, cansaço..). Ao lado de cada anotação, use uma escala de 0 a 10 para classificar a intensidade da fome, está é uma espécie de exercício de autoconhecimento que vai ajudar a frear os ataques de gula.

3- Faça o teste da fome – Levante pela manhã e não tome café. Observe quais são as suas reações quando o apetite desperta. Dor de cabeça, um pouco de tontura, mau humor, fraqueza? Depois desse exercício, quando tiver vontade de comer fora de hora, mas não estiver com uma dessas sensações, a pessoa vai saber que não é fome (esse teste só deve ser feito uma vez).

4- Não armazene guloseimas em casa – O primeiro passo é ir sempre ao supermercado de barriga cheia. Sem os quitutes guardados no armário, vão sobrar itens mais saudáveis e menos gordurosos para se satisfazer num momento de fúria. O risco de exagerar é sempre maior se esses alimentos estiverem ao alcance, você não pode comer aquilo que não compra.
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2- Liste as atividades que gosta de fazer e substitua as guloseimas por uma delas – Pode ser dançar, passear com o cachorro, ouvir música, andar de bicicleta, escrever, nadar, cantar e por aí vai, procure incluir o maior número possível de opções e quando vier o impulso pela comida, olhe a lista e tente realizar uma delas, com essas trocas você vai perceber que não é fome o que de fato está sentindo.
5- Evite riscar um determinado alimento do cardápio – Na hora de escolher o que comer, inclua sempre um mix de alimentos que fornecem todos os nutrientes de que precisamos, como vitaminas, minerais, gorduras, carboidratos e proteínas. Estudos provam que restrições severas provocam exageros depois, é aí que entra o famoso efeito sanfona. Não corte radicalmente açúcar ou chocolate, por exemplo, basta diminuir o consumo.
Link

Fonte: Emagrece Brasil

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nutrição e flacidez

Imaginem a seguinte situação:
 Mulher, 27 anos, consulta um nutricionista porque acha que está acima do peso e precisa emagrecer. O nutricionista, durante a avaliação nutricional, obtêm a informação de que o peso está adequado para altura, ou seja, o IMC (índice de massa corporal) está normal. A mulher fica frustada, pois acredita que precisa emagrecer, pois não está satisfeita com sua composição corporal.
 Quantas mulheres não passam por essa situação? Quando analisamos nosso peso isoladamente, muitas vezes, verificamos eutrofia, isto é, equilíbrio entre nossas medidas de peso e altura. Mas, porque então, tantas mulheres estão insatisfeitas com seu corpo?

Ora, a resposta é muito simples: nosso peso é apenas 1 medida que deve ser avaliada na determinação da composição corporal. É só pensar: se somos formados de ossos, músculos, água e gordura, é necessário um equilíbrio entre todos esses compartimentos para refletir uma corpo realmente “saudável”.

Por isso, algumas vezes, para alterar nossa composição corporal, não é estritamente necessário o emagrecimento, mas sim a mudança de hábitos de vida e alimentares.
Vou explicar: vamos imaginar uma mulher com peso adequado para a altura, apresentando flacidez. Como contornar o problema?
Primeiramente, devemos entender que para termos uma pele firme é necessário uma substância chamada colágeno, que é sintetizada a partir dos aminoácidos (proteínas) lisina, prolina e glicina e de outros nutrientes como vitamina C, cobre, zinco, manganês e o silício.
Partindo desse princípio, podemos concluir que para tratar a flacidez da pele é importante fornecer esses nutrientes através da alimentação diária:

 Lisina, prolina e glicina: Para obter essas proteínas, pode-se adicionar na alimentação a gelatina sem sabor preparada com suco natural. É importante usar a gelatina sem sabor pela ausência de corantes e edulcorantes artificiais, que são substâncias que desgastam nutrientes do organismo.

Vitamina C: Esse nutriente é encontrado em abundância nas frutas ácidas como laranja, limão e acerola. Também está presente na goiaba, tomate, kiwi, abacaxi, morango, salsa e pimentão.

Cobre: Os frutos do mar, grãos integrais, feijões, nozes e batatas são boas fontes de cobre. Outras fontes importantes são folhas verde-escuras, os frutos secos (ameixa, damasco e figo secos), o cacau e a levedura.

Zinco: Está presente em alimentos ricos em proteínas como carnes magras, frango, peixe, amendoim, leite e derivados, leguminosas (feijão, lentilha, soja), nozes e cereais integrais. Lembrar que o zinco proveniente de proteínas vegetais não é tão bem aproveitado pelo organismo quanto o zinco de origem animal.

Manganês: As melhores fontes são abacaxi, oleaginosas (amendoim, castanhas, nozes), aveia, arroz integral, farinha de trigo integral, espinafre, batata doce, chá preto e chá verde.

Silício: Mineral encontrado na aveia, cevada, salsa, nabo, avelã e feijão.

 É importante saber que, assim como existem alimentos que auxiliam na manutenção de uma pele firme e saudável, existem outros que atuam de modo contrário, provocando ou agravando a flacidez.  São eles: refrigerantes, doces, frituras, gorduras de origem animal, embutidos (salsicha, linguiça, calabresa, hambúrguer), frios, queijos amarelos e alimentos ricos em sódio como sal, caldos prontos, temperos prontos e salgadinhos.  Esses alimentos exercem efeito tóxico sobre a pele e devem ser evitados.
Além de cuidar da alimentação, procurem  eliminar o sedentarismo e melhorar a hidratação. Afinal, atividade física e ingestão hídrica são essenciais para alcançar o resultado desejado. Por isso, não descuidem dessa dupla!
Vale lembrar que, na flacidez, milagres não existem. Por isso, o esforço e a dedicação são fundamentais!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O Excesso de Água Prejudica o Desempenho Durante a Prática de Exercícios de Longa Duração?


Um estudo publicado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, analisou amostras de sangue de 488 corredores, antes e após a Maratona de Boston de 2002, e chamou à atenção de médicos e treinadores de todo o mundo. A pesquisa revelou que, apesar da maioria estar bem hidratada após a maratona, 13% dos atletas bebeu tanta água que apresentou quadro de hiponatremia,
Caracterizado pela falta de sódio no organismo e conseqüente inchaço no estômago, vômito, fadiga extrema e perda de coordenação motora, a hiponatremia é geralmente causada pela combinação da perda de sódio pelo suor e ingestão excessiva de água, provocando assim a diluição do sódio.
Outros sintomas da hiponatremia são expressos pela fraqueza, apatia, cefaléia, taquicardia, choque e, em casos mais severos, confusão mental, alucinação e mesmo coma. Tais sintomas são causados pela perda de sódio, um mineral de extrema importância na manutenção do volume dos líquidos corporais, no processo de contração muscular e ainda para a absorção de glicose.
Apesar de em muitas circunstâncias a bebida recomendada ser a água simples e hipotônica, em determinadas situações, como em exercícios de longa duração, justifica-se a ingestão de sódio durante o exercício a fim de combater a hiponatremia. Além da inclusão deste mineral nas bebidas reidratantes para a prevenção da hiponatremia, esta adição também favorece a absorção de água e carboidrato pelo intestino.
De acordo com a “Diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte”, durante o exercício recomenda-se iniciar a ingestão de líquidos já nos primeiros 15 minutos e continuar bebendo a cada 15 a 20 minutos. O volume a ser ingerido varia conforme as taxas de sudorese, na faixa de 500 a 2000 ml/hora. Se a atividade durar mais de uma hora ou se for intensa do tipo intermitente mesmo com menos de uma hora, deve-se repor carboidrato na quantidade de 30 a 60 gramas/ hora e sódio na quantidade de 0,5 a 0,7 g·l1.
A bebida deve estar numa temperatura em torno de 15 a 22o C e apresentar um sabor de acordo com a preferência do indivíduo. Após o exercício, deve-se continuar ingerindo líquidos para compensar as perdas adicionais de água pela urina e sudorese.
Conclui-se que apesar da desidratação ainda ser o principal desafio para a homeostase fisiológica e desempenho da maioria dos atletas, o excesso de água também deve ser reconhecido como uma possível ameaça para os mesmos. Sendo assim, é imprescindível que ensinemos aos atletas sobre a hidratação adequada e sobre o perigo potencial de ingerir líquidos em excesso, especialmente os envolvidos em atividades de longa duração, como triatlhon, maratona, ciclismo, travessia, etc.
Fonte: ABNE (Associação Brasileira de Nutrição Esportiva)