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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Confira os nutrientes que não podem faltar no prato da gestante.

Com um dieta saudável e equilibrada, a gestante se alimenta bem e não engorda mais que o necessário.
Veja quais são os nutrientes essenciais para uma gravidez saudável e insira-os na sua alimentação diária.

Vitamina C

Auxilia o organismo na absorção de ferro. Fontes: Frutas cítricas, como laranja e acerola.

Ácido Fólico

Importante para o desenvolvimento do sistema nervoso do bebê. Fontes: verduras verde-escuras, como brócolis, couve e espinafre.

De acordo com a especialista, nem sempre a ingestão desses alimentos é suficiente para que a grávida absorva a quantidade necessária de ácido fólico. O ideal é que a mulher vá ao médico três meses antes de engravidar, para verificar a necessidade de um suplemento.

Vitamina D

Auxilia na absorção do cálcio dos ossos e sangue. Fontes: atum e salmão.

Zinco

Participa do metabolismo de carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucléicos. Está envolvido nos processos imunológicos e na expressão da informação genética. Fontes: carnes magras, cereais integrais, pão integral e frutos do mar.

Vitamina A

Estimula a coagulação do sangue, protege os dentes, os cabelos e ossos. Fontes: peixe, fígado e gema de ovo.

Ferro

Auxilia na prevenção de anemia. Fontes: carne vermelha, vísceras, espinafre, agrião, couve e feijão.

Fibras – solúveis e insolúveis

Previnem a lentidão do intestino. Fontes: farelo de aveia, vegetais folhosos e farelos de cereais, como o trigo.

A nutricionista alerta que o consumo de fibras deve aumentar durante a gravidez, tanto quanto o consumo de água. O ideal é não exceder 30 gramas por dia, pois em excesso, o nutriente reduz a absorção de ferro, zinco e outros minerais.

Vitamina B6

Atua na produção de células do sistema nervoso, na formação do sangue e auxilia na prevenção de náuseas. Fontes: leguminosas, cereais integrais, banana, hortaliças, fígado, ovos e leite.

Vitamina K

Auxilia na prevenção de hemorragias. Fontes: vegetais verdes e gema de ovo.


Na prática

Todos os nutrientes acima têm a função de promover o crescimento do bebê e manter as reservas maternas. Para isso, é fundamental que a alimentação da gestante seja correta e adequada. Para facilitar essa missão, o ginecologista e obstetra  Moses Zitron, de São Paulo, sugere cardápios simples e as porções recomendadas, que cabem perfeitamente nas lancheiras das mamães e que garantirão uma gravidez mais saudável.

 O obstetra alerta que não recomendável aumentar a quantidade dos alimentos sugeridos. No entanto, afirma que as porções podem ser reajustadas de acordo com o perfil de cada gestante. “Cuidado com a lenda de que a grávida deve comer por dois. O aumento da fome também pode estar relacionado à ansiedade da mulher e o aumento excessivo do peso pode resultar em diabetes gestacional e hipertensão arterial, elevando o risco de um parto prematuro”, ressalta Zitron.

Alimentos que podem ser evitados na gestação

“Carnes gordas, embutidos, leite integral ou tipo B, manteiga, creme de leite, margarina, toucinho, banha de porco ou galinha, frituras de imersão, como e leite de coco, e bebidas alcoólicas são alimentos que devem ser evitados na gestação. Doces podem ser ingeridos, mas moderadamente.” A dica é da nutricionista Anita Sachs, professora do departamento de medicina preventiva da Universidade Federal de São Paulo.

Ela também sugere a utilização de óleos de soja, o consumo somente de água durante as refeições, a ingestão de cascas e bagaços das frutas, sempre que possível.  Alimentos ácidos, como limão e abacaxi, podem amenizar os enjoos dos primeiros meses da gestação.
 
Fonte: M de Mulher

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Variação acentuada de peso da mãe é perigosa para bebês

Mulheres que engordam ou emagrecem muito entre uma gravidez e outra podem estar colocando a vida dos seus bebês em risco, segundo um artigo de dois médicos irlandeses publicado no British Medical Journal.
Ao perder muito peso em um curto espaço de tempo, como muitas mães fazem atualmente logo depois de dar à luz, elas estariam prejudicando a saúde do seu próximo bebê.

Por outro lado, os especialistas advertem que um ganho acentuado de peso logo depois de ter um filho também é nocivo para o desenvolvimento de um outro feto.
Partos com o bebê morto, nascimentos prematuros, abortos espontâneos e pressão alta estão entre os possíveis efeitos de uma variação exagerada no corpo da mãe, de acordo com o alerta do jornal.

Peso saudável

Os autores do estudo são a especialista em obstetrícia e ginecologia Jennifer Walsh, da divisão de um hospital especializado na saúde da mulher em Dublin, na Irlanda, e Deirdre Murphy, professor de obstetrícia da Universidade de Dublin.
Segundo Jennifer e Murphy, as mulheres têm de tentar manter um peso saudável antes, durante e depois da gestação para dar às suas crianças um começo de vida com saúde.

"Mulheres em idade reprodutiva são bombardeadas com mensagens sobre dietas, peso e imagem corporal", alertaram.
"Há uma crescente preocupação com uma epidemia de obesidade, por um lado, e, do outro, com uma cultura que promove como desejável o 'tamanho zero', independentemente da constituição natural de uma mulher."

Os médicos dizem ainda que a gravidez é um dos períodos mais exigentes da vida de uma mulher do ponto de vista nutricional e que a oferta adequada de nutrientes é essencial para sustentar o bem-estar e o crescimento do feto.
Eles citam dois estudos que mostram os possíveis efeitos de flutuações extremas de peso. O primeiro, feito na Suécia, consistiu em acompanhar mais de 200 mil mulheres entre 1992 e 2001 a fim de avaliar os impactos de mudanças no índice de massa corpórea (BMI, na sigla em inglês) na saúde da mãe e do bebê.
As mulheres que participaram do estudo foram acompanhadas do início da primeira gestação ao início da segunda.

A conclusão foi que o aumento de apenas uma ou duas unidades no BMI acarreta "taxas significativamente maiores" de pre-eclampsia, condição ligada à pressão alta durante a gravidez; aumento nos índices de diabetes entre as mães e maior risco de um bebê nascer com um peso acima do recomendável.
Uma pessoa com BMI superior a 25 é considerada "acima do peso"; quem tem mais de 30 já é considerado "obeso".

Um ganho de peso equivalente a três ou mais unidades de BMI aumenta "significativamente" os índices de natimortos, segundo os especialistas.
Segundo os médicos, o aumento de riscos é independente de as mulheres já estarem acima do peso.
Publicado no American Journal of Obstetrics and Gynaecology (Revista Americana de Obstetrícia e Ginecologia), o outro estudo citado pelos especialistas conclui que mulheres que emagreciam muito entre um filho e outro tinham mais chances de dar à luz prematuramente do que mulheres que aumentaram ou mantiveram seu peso.

A principal mensagem que querem passar, disseram os médicos, é que mulheres de peso médio devem evitar ganhar peso entre uma gravidez e outra.
Além disso, mulheres que estão acima do peso podem se beneficiar de uma perda de quilos antes de uma outra gravidez.
No entanto, destacam os autores, perdas de peso muito acentuadas devem ser evitadas por causa dos riscos de partos prematuros e do nascimento de bebês abaixo do peso recomendável.
Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Mulher obesa pode perder peso durante a gestação, diz pesquisa

Gestantes com IMC entre 35 e 40 são as que mais podem se beneficiar do emagrecimento, mas a dieta só deve ser feita sob orientação médica

Gestantes obesas podem perder peso de maneira segura durante a gravidez, desde que acompanhadas por especialistas. Em pesquisa publicada no periódico Obstetrics & Gynecology, cientistas da Universidade de Linkoping, na Suécia, afirmam que emagrecer nesse período pode diminuir as chances de a mulher necessitar de uma cesárea. Os estudiosos, porém, advertem que a dieta só deve ser feita sob estrita orientação médica.

De acordo com recomendações do Instituto de Medicina dos EUA (IOM, na sigla em inglês), as gestantes obesas podem ganhar de 5 kg a 9 kg durante a gravidez. Os valores são menores do que os recomendados às mulheres com peso ideal – para elas, o ganho pode variar de 11 kg a 16 kg.

A pesquisa examinou dados médicos de mais de 46.000 grávidas obesas que deram à luz ente 1993 e 2008. O grupo foi separado em três categorias: classe um de obesidade, com índice de massa corporal (IMC) entre 30 e 35; classe dois, com IMC entre 35 e 40; e classe três, com IMC igual ou superior a 40.

Entre as mulheres das classes dois e três, aquelas que ganharam peso abaixo do recomendado pelo IOM ou que perderam peso tinham menos probabilidade de dar à luz um bebê maior do que a média.
Uma necessidade menor de recorrer à cesárea também foi constatada. No grupo dois, por exemplo, 17% das mulheres que perderam peso tiveram de passar por cesárea, ante um índice de 24% entre aquelas que ganharam o recomendado pelo IOM.

Os bebês das mães que emagreceram tinham saúde similar aos demais. As crianças não apresentavam mais riscos de sofrimento fetal (problema causado pela falta de oxigênio no sangue do bebê, antes ou durante o parto) nem tiveram baixos índices na escala Apgar (teste que mede respiração, batimento cardíaco e outros indicadores de saúde do bebê).

Balança – A quantia exata de quanto a gestante pode emagrecer, no entanto, não foi definida pelos pesquisadores. Mas um dos riscos da perda de peso durante a gestação é o nascimento de bebês muito pequenos. Segundo Marie Blomberg, responsável pelo estudo, esse risco era duas vezes maior entre as mulheres com IMC acima de 40.
Fonte: Revista Veja

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A importância da boa nutrição na gestação

Durante o período de gestação, algumas mudanças físicas e bioquímicas ocorrem. Normalmente surgem alguns sintomas com náuseas, vômitos, constipação, hemorróidas, queimação, azia, inchaço e aversões alimentares, porém quando há uma alimentação adequada, esses sintomas podem ser minimizados.

A dieta durante a gestação pretende prover os nutrientes e a energia necessária para o desenvolvimento do feto e da placenta, além do incremento dos tecidos, tais como útero, as mamas, o sangue e a gordura corporal adicional. Continue lendo no site Mulherando...